sábado, 2 de outubro de 2010

Todos os dias!

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ONDE ESTIVERES
André Luiz
Onde estiveres, não percas a oportunidade de semear o bem.
Se a conversa gira em torno de uma pessoa, destaca-lhe as virtudes, recordando que todos ainda nos encontramos muito longe da perfeição.
Se o assunto descamba para comentários maliciosos, à cerca de certos acontecimentos, procura, discretamente, imprimir um novo rumo ao diálogo, sem te julgares superior a quem quer que seja.
Onde estiveres, não permitas que o mal conte com o teu apoio para se propagar.
Se muitos falam em tom de pessimismo sobre os problemas que afligem a Humanidade, demonstra a tua confiança no futuro, recordando aos interlocutores que nada acontece sem a permissão de Deus.
Se outros se transformam em profetas da descrença, quais se fossem eles mesmo os únicos a se salvarem do naufrágio dos valores morais em que o homem se debate neste ocaso de milênio, trabalha com todas as tuas forças na construção de um mundo melhor, porquanto um só exemplo tem mais poder de persuasão sobre as almas do que um milhão de palavras.
Onde estiveres, não te esqueças de que o bem necessita de ti como instrumento para manifestar-se e não cruzes os braços, como se nada tivesses a ver com o que acontece ao teu redor.
(Do livro "Confia e Serva", pelo Espírito André Luiz, Francisco C. Xavier, Carlos A. Baccelli - Espíritos diversos)
Instituto André Luizwww.institutoandreluiz.org/

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Concurso com prova discursiva!


Texto dissertativo-argumentativo em prosa deve seguir conforme as recomendações que um texto dissertativo exige (introdução, desenvolvimento e conclusão).
Argumentativo, já diz tudo: você deve argumentar sobre o tema proposto, defender sua opinião explicitando os pontos positivos dela.
Em prosa significa que não deve ser feito em forma de versos.

ATENÇÃO

Só abordar na introdução e na conclusão o que realmente estiver no desenvolvimento;


Evitar períodos muito longos ou sequências de frases muito curtas;

Evitar, nas dissertações tradicionais, dirigir-se ao leitor;

Evitar as repetições exageradas e umas próximas das outras, tanto de palavras, quanto de informações;

Manter-se rigorosamente dentro do tema;

Evitar expressões desgastadas, "batidas";

Utilizar exemplos e citações relevantes;

Não usar religião como argumento;

Fugir das palavras muito "fortes";

Evitar gírias e termos coloquiais;

Evitar linguagem rebuscada;

Evitar a argumentação generalizadora e baseada no senso comum;

Não ser radical;

Ter cuidado com palavras duvidosas como coisa e algo, por terem sentido vago; preferir elemento, fator, tópico, índice, item, etc.

Após o título de uma redação não colocar ponto;

Não usar chavões, provérbios, ditos populares ou frases feitas;

Não usar questionamentos no texto, sobretudo na conclusão;

Jamais usar a primeira pessoa do singular, a menos que haja uma solicitação do tema;

Repetir muitas vezes as mesmas palavras empobrece o texto; lançar mão de sinônimos e expressões que representem a idéia em questão;

Somente citar exemplos de domínio público, sem narrar seu desenrolar, fazendo somente uma breve menção;

Ser direto e objetivo;

Nunca usar palavras de baixo calão;

Não usar itens pessoais na dissertação.

No título todas as palavras devem começar com letra maiúscula.

Fonte: wikipedia

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Juntando letras!



É preciso educar sem medo!

É preciso acreditar no que se faz, mesmo que você seja o único que acredita isso é muito importante, eu diria que é primordial para começar a realizar algo!

Chega de corporativismos, de compactuar com o que está errado, vamos chamar o colega faltoso, o diretor displicente e o coordenador despreparado e dizer: Isso aqui é educação! Educar não é brincadeira. Componha-se!

Nos dias de hoje, com tanto adulto sem noção do que é respeito, de como deve tratar o outro, ter o filho de alguém como seu trabalho é sinal de confiança. Nós deveríamos pensar nisso como uma honra e não como sacrifício.

Escolhemos ganhar pouco? Não ter reconhecimento... Nem valor? Claro que não.

Queríamos tudo diferente e ainda dá tempo se quisermos.

Podemos começar:

Em nossa casa e com nossos amigos, vamos apresentar a nossa visão positiva da educação, da responsabilidade que é ser educador e da importância dos nossos alunos.

Em nosso trabalho vamos faltar menos, respeitar mais, cobrar o acompanhamento e a capacitação devida, ao invés de sentir prazer com a falta de qualidade e de cobranças, fazendo de conta que acontece, o que fica mais fácil se não acontecer.
 Vamos dizer que estamos de olho e que escola pública tem crianças, pais e esperança igualzinha a escola particular.

Mudar é necessário, olhar de fora também! Ouvir crítica, aceitar que é falível e agradecer a ajuda. Isso não nos diminui. Não existe ação educativa NEUTRA e nem ISOLADA. Compactuar com o que está errado, deixar que o futuro seja prejudicado para não aborrecer um colega ou dois, é uma sentença em longo prazo. Nós podemos não ser condenados mais estamos condenando toda uma juventude! Precisamos acreditar no nosso potencial de mudança social. Deixamos marcas nos nossos alunos, eles percebem quem ama o que faz e quem já quase não tolera entrar em uma sala de aula. Vamos alertar o nosso colega, não temos mais tempo para abandonar o que nos propomos a fazer bem!

Vamos estudar, questionar como parceiro, pensar na ação, planejar o dia, está presente no trabalho, ter compromisso e chegar ao final com a sensação de dever cumprido.

Abraços
Cássia Virgens

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Os sapatos de Pepeu



No final de 2009, fiz uma viagem de férias, com meu marido e meu único filho. Que talvez por ser como já citado, o único filho eu encho de mimos. Às vezes exagero nas vontades e nos dengos, apesar de saber os prejuízos que posso causar a sua formação, porém quem me conhece sabe o quanto sou rigorosa em muitos aspectos.

Nessas férias fomos para o Sul da Bahia e lá ficamos na casa de amigos e fizemos novos amigos. Entre esses novos amigos, conhecemos Gabriel, um menino negro e pobre, como a maioria da nossa população!

Pepeu tornou-se amigo de Gabriel, impressionante como as crianças em segundos se apresentam e já são bons amigos sem pré-julgamento, diferente dos adultos. Gabriel logo se encantou com os brinquedos de meu filho, mas uma coisa chamou mais a sua atenção, a quantidade de pares de sapatos. Ele constantemente observava com atenção, a quantidade de sapatos organizados em um canto do quarto. Para mim, aquele comportamento não era o suficiente para um interrogatório e não tive a curiosidade de investigar o motivo de tanta observação. Então no dia de virmos embora para Salvador, ele não pode se conter e perguntou:

- Para que tantos sapatos?

Eu, acreditando ser a detentora da verdade, retruquei:

- Para calçar!

Sabiamente, Gabriel com 7anos, que mal tinha uma sandália de borracha, perguntou novamente: - Mas não calçamos só um (par)? Para que tantos sapatos?

Não dei mais nenhuma resposta, apenas sorri!

Hoje quando vejo meu armário e os sapatos de Pepeu, me pergunto: Para que tantos sapatos?

E você já se perguntou?

Cássia dos S Virgens

Pedagoga/ Pscicopedagoga /Pós-graduada em Orientação Educacional.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Podemos acostumar os pequenos a usar frases mais positivas e que demonstrem segurança.


CARTAZ PARA FIXAR NA SALA
No trabalho com o Ensino Fundamental, não me canso de sugerir para as crianças, que ao se expressar, lembrem de usar frases positivas que demonstrem segurança.

Por coincidência encontrei a mesma proposta em uma escola que tive acesso como educadora.

Pensar e falar de forma positiva e com segurança, com certeza, faz com que o cérebro acredite na mensagem.

Um forte abraço!
Cássia Virgens

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Lógica da criança


Já não encontramos mais crianças como antigamente, que bom!

É claro que os processos de construção da lógica da criança, são diferentes do adulto, por isso é preciso estar atento e consciente que algumas ações condenáveis em um adulto são totalmente compreensíveis e diferentes, quando vindas de uma criança.
Isso não significa que não devemos educar e orientar, mas compreender e enxergar de outro ângulo e com mais paciência.
Por exemplo, a mentira, a maldade, o pegar algo que não é seu..., são ações e atitudes que não podem e nem devem ser julgadas com a mesma carga que quando praticadas por uma criança.




Quel tal ler:

FLAVEL, J. H. A psicologia do desenvolvimento de Jean Piaget. São Paulo: Pioneira, 1975.

Indicação de Márcia Gomes do blog: http://educandoecuidando.blogspot.com/-Livro O poder da observação da Artmed.

Templo de Debod -Madrid

Um templo egípcio fora do Egito Descemos na Plaza España (Metrô), e caminhamos tranquilamente até o templo. Escolhemos ir no final ...