Viagens fantásticas em família! Eduque com responsabilidade e ame de verdade.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Juntando letras!
É preciso educar sem medo!
É preciso acreditar no que se faz, mesmo que você seja o único que acredita isso é muito importante, eu diria que é primordial para começar a realizar algo!
Chega de corporativismos, de compactuar com o que está errado, vamos chamar o colega faltoso, o diretor displicente e o coordenador despreparado e dizer: Isso aqui é educação! Educar não é brincadeira. Componha-se!
Nos dias de hoje, com tanto adulto sem noção do que é respeito, de como deve tratar o outro, ter o filho de alguém como seu trabalho é sinal de confiança. Nós deveríamos pensar nisso como uma honra e não como sacrifício.
Escolhemos ganhar pouco? Não ter reconhecimento... Nem valor? Claro que não.
Queríamos tudo diferente e ainda dá tempo se quisermos.
Podemos começar:
Em nossa casa e com nossos amigos, vamos apresentar a nossa visão positiva da educação, da responsabilidade que é ser educador e da importância dos nossos alunos.
Em nosso trabalho vamos faltar menos, respeitar mais, cobrar o acompanhamento e a capacitação devida, ao invés de sentir prazer com a falta de qualidade e de cobranças, fazendo de conta que acontece, o que fica mais fácil se não acontecer.
Vamos dizer que estamos de olho e que escola pública tem crianças, pais e esperança igualzinha a escola particular.
Mudar é necessário, olhar de fora também! Ouvir crítica, aceitar que é falível e agradecer a ajuda. Isso não nos diminui. Não existe ação educativa NEUTRA e nem ISOLADA. Compactuar com o que está errado, deixar que o futuro seja prejudicado para não aborrecer um colega ou dois, é uma sentença em longo prazo. Nós podemos não ser condenados mais estamos condenando toda uma juventude! Precisamos acreditar no nosso potencial de mudança social. Deixamos marcas nos nossos alunos, eles percebem quem ama o que faz e quem já quase não tolera entrar em uma sala de aula. Vamos alertar o nosso colega, não temos mais tempo para abandonar o que nos propomos a fazer bem!
Vamos estudar, questionar como parceiro, pensar na ação, planejar o dia, está presente no trabalho, ter compromisso e chegar ao final com a sensação de dever cumprido.
Abraços
Cássia Virgens
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Os sapatos de Pepeu
No final de 2009, fiz uma viagem de férias, com meu marido e meu único filho. Que talvez por ser como já citado, o único filho eu encho de mimos. Às vezes exagero nas vontades e nos dengos, apesar de saber os prejuízos que posso causar a sua formação, porém quem me conhece sabe o quanto sou rigorosa em muitos aspectos.
Nessas férias fomos para o Sul da Bahia e lá ficamos na casa de amigos e fizemos novos amigos. Entre esses novos amigos, conhecemos Gabriel, um menino negro e pobre, como a maioria da nossa população!
Pepeu tornou-se amigo de Gabriel, impressionante como as crianças em segundos se apresentam e já são bons amigos sem pré-julgamento, diferente dos adultos. Gabriel logo se encantou com os brinquedos de meu filho, mas uma coisa chamou mais a sua atenção, a quantidade de pares de sapatos. Ele constantemente observava com atenção, a quantidade de sapatos organizados em um canto do quarto. Para mim, aquele comportamento não era o suficiente para um interrogatório e não tive a curiosidade de investigar o motivo de tanta observação. Então no dia de virmos embora para Salvador, ele não pode se conter e perguntou:
- Para que tantos sapatos?
Eu, acreditando ser a detentora da verdade, retruquei:
- Para calçar!
Sabiamente, Gabriel com 7anos, que mal tinha uma sandália de borracha, perguntou novamente: - Mas não calçamos só um (par)? Para que tantos sapatos?
Não dei mais nenhuma resposta, apenas sorri!
Hoje quando vejo meu armário e os sapatos de Pepeu, me pergunto: Para que tantos sapatos?
E você já se perguntou?
Cássia dos S Virgens
Pedagoga/ Pscicopedagoga /Pós-graduada em Orientação Educacional.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Podemos acostumar os pequenos a usar frases mais positivas e que demonstrem segurança.
CARTAZ PARA FIXAR NA SALA
No trabalho com o Ensino Fundamental, não me canso de sugerir para as crianças, que ao se expressar, lembrem de usar frases positivas que demonstrem segurança.
Por coincidência encontrei a mesma proposta em uma escola que tive acesso como educadora.
Pensar e falar de forma positiva e com segurança, com certeza, faz com que o cérebro acredite na mensagem.
Um forte abraço!
Cássia Virgens
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Lógica da criança

Já não encontramos mais crianças como antigamente, que bom!
É claro que os processos de construção da lógica da criança, são diferentes do adulto, por isso é preciso estar atento e consciente que algumas ações condenáveis em um adulto são totalmente compreensíveis e diferentes, quando vindas de uma criança.
Isso não significa que não devemos educar e orientar, mas compreender e enxergar de outro ângulo e com mais paciência.
Por exemplo, a mentira, a maldade, o pegar algo que não é seu..., são ações e atitudes que não podem e nem devem ser julgadas com a mesma carga que quando praticadas por uma criança.
É claro que os processos de construção da lógica da criança, são diferentes do adulto, por isso é preciso estar atento e consciente que algumas ações condenáveis em um adulto são totalmente compreensíveis e diferentes, quando vindas de uma criança.
Isso não significa que não devemos educar e orientar, mas compreender e enxergar de outro ângulo e com mais paciência.
Por exemplo, a mentira, a maldade, o pegar algo que não é seu..., são ações e atitudes que não podem e nem devem ser julgadas com a mesma carga que quando praticadas por uma criança.
Quel tal ler:
FLAVEL, J. H. A psicologia do desenvolvimento de Jean Piaget. São Paulo: Pioneira, 1975.
Indicação de Márcia Gomes do blog: http://educandoecuidando.blogspot.com/-Livro O poder da observação da Artmed.
Indicação de Márcia Gomes do blog: http://educandoecuidando.blogspot.com/-Livro O poder da observação da Artmed.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
RAFA
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
CHARLES-CHAPLIN : APRENDI
CHARLES-CHAPLIN
APRENDI
Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém, posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e ter paciência, para que a vida faça o resto.
Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim, tem gente que não dá a mínima e eu jamais conseguirei convencê-las.
Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos. Que posso usar meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou falando.
Eu aprendi... Que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida. Que por mais que se corte um pão em fatias, esse pão continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.
Aprendi... Que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência. Mas, aprendi também, que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei.
Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles. Que os heróis são pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sentem.
Aprendi que perdoar exige muita prática. Que há muita gente que gosta de mim, mas não consegue expressar isso.
Aprendi... Que nos momentos mais difíceis a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas.
Aprendi que posso ficar furioso, tenho direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel. Que jamais posso dizer a uma criança que seus sonhos são impossíveis, pois seria uma tragédia para o mundo se eu conseguisse convencê-la disso.
Eu aprendi... que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, que eu tenho que me acostumar com isso. Que não é o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro.
Aprendi que, não importa o quanto meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por causa disso.
Eu aprendi... Que as circunstâncias de minha infância são responsáveis pelo que eu sou, mas não pelas escolhas que eu faço quando adulto.
Aprendi que numa briga eu preciso escolher de que lado estou, mesmo quando não quero me envolver. Que, quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas não discutem não significa que elas se amem.
Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles vão se machucar e eu também. Isso faz parte da vida.
Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes.
Aprendi também que diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábio.
Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critério. E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que são amigos.
Aprendi que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos retê-las para sempre.
Aprendi, afinal, que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.
http://br.dada.net/video/8249599/CHARLES-CHAPLIN-APRENDI
APRENDI
Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém, posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e ter paciência, para que a vida faça o resto.
Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim, tem gente que não dá a mínima e eu jamais conseguirei convencê-las.
Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos. Que posso usar meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou falando.
Eu aprendi... Que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida. Que por mais que se corte um pão em fatias, esse pão continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.
Aprendi... Que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência. Mas, aprendi também, que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei.
Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles. Que os heróis são pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sentem.
Aprendi que perdoar exige muita prática. Que há muita gente que gosta de mim, mas não consegue expressar isso.
Aprendi... Que nos momentos mais difíceis a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas.
Aprendi que posso ficar furioso, tenho direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel. Que jamais posso dizer a uma criança que seus sonhos são impossíveis, pois seria uma tragédia para o mundo se eu conseguisse convencê-la disso.
Eu aprendi... que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, que eu tenho que me acostumar com isso. Que não é o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro.
Aprendi que, não importa o quanto meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por causa disso.
Eu aprendi... Que as circunstâncias de minha infância são responsáveis pelo que eu sou, mas não pelas escolhas que eu faço quando adulto.
Aprendi que numa briga eu preciso escolher de que lado estou, mesmo quando não quero me envolver. Que, quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas não discutem não significa que elas se amem.
Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles vão se machucar e eu também. Isso faz parte da vida.
Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes.
Aprendi também que diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábio.
Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critério. E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que são amigos.
Aprendi que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos retê-las para sempre.
Aprendi, afinal, que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.
http://br.dada.net/video/8249599/CHARLES-CHAPLIN-APRENDI
domingo, 17 de fevereiro de 2008
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